No mundo acredita-se que 9% das mulheres e 24% dos homens não conseguem dormir direito, por problemas de respiração. Pessoas portadoras de apnéia do sono não dormem bem porque roncam muito, respiram com dificuldades e têm paradas repentinas ao roncar ou respirar, que são intervalos que parece que não respiram. Essas paradas significam a apnéia.
Estatísticas mostram que 42% dessas pessoas têm mais possibilidade de serem hipertensas. Sinais e sintomas: roncos, pausas respiratórias (apnéias), agitação noturna (decorrente da diminuição da oxigenação sanguínea), por vezes sonilóquio (falar dormindo), bruxismo (ranger dos dentes), nictúria (levantar para urinar), despertar matutino com fadiga, dor de cabeça, irritabilidade (pela produção irregular de serotonina), diminuição de memória e concentração, sonolência diurna excessiva (porque durante a noite a pessoa não consegue realizar sono profundo em decorrência do relaxamento muscular que piora o índice de apnéias com risco de infarto agudo de miocárdio noturno, acidentes de trânsito ou acidentes de trabalho), e obesidade.
O ronco é causado pelo relaxamento dos músculos da orofaringe ou agravados por amídalas hipertróficas, pólipos, flacidez de palato.
É uma área multidisciplinar, envolvendo a Otorrinolaringologia, Cardiologia, Pneumologista, Neurofisiologia e Odontologia. Já existem em muitas Capitais do Brasil especialistas dessa área, que trabalham no Laboratório de Sono |