A abreviação SIDS significa “sudden infant death syndrome”- síndrome da morte súbita da criança e já existem estudos mostrando que esse fato está associado com a posição que o bebê dorme, o fato dos pais fumarem na cama e, agora também, se associou ao tipo de colchão em que a criança dorme.
D. Tappin e colaboradores, pediatras escoceses, do Royal Hospital, de Glasgow compararam um grupo de 131 crianças, que faleceram de SIDS, com um grupo de 278 crianças, de idade, sexo e de condições obstétricas de nascimento equivalentes. Os autores constataram que se a criança dorme num colchão anteriormente usado por outra criança, da mesma casa, o risco de ter SIDS é mais de 3 vezes maior, mas se o colchão vem de outra casa esse risco fica quase 5 vezes maior. Isso significa que o colchão forma dobras e saliências e reentrâncias devido o desgaste das molas e da espuma que obriga o nenê a ficar numa posição viciosa ao dormir.
Nenê novo merece colchão novo.
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