"Morte no berço" o que é?
Todos sabem que o nenê no berço, nos primeiros meses de vida só come e dorme. Algumas vezes choram muito e não dormem, inclusive trazendo problemas de insônia para mãe e pai. Em alguns casos, o nenê vai dormir e não acorda mais, porque morreu . Essa é a síndrome da “morte no berço” Atualmente se sabe que anomalias no cérebro são responsáveis por alterações na respiração e na temperatura do corpo de bebês Esses dois fatores podem aumentar o risco de Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL), condição também conhecida como "morte no berço".
A síndrome afeta bebês que morrem de maneira inexplicável ainda nos primeiros meses de vida, usualmente enquanto dormem. O problema no cérebro afetaria o processamento da substância serotonina, aumentando o risco de asfixia. Essa incapacidade é especialmente perigosa quando os bebês começam a respirar seu próprio ar reciclado, como quando estão dormindo de barriga para baixo ou têm suas cabeças cobertas.
Para realizar o estudo, os pesquisadores compararam tecidos retirados de 31 bebês que morreram de SMSL e de dez que morreram de outras causas entre 1997 e 2005. Eles descobriram que as crianças que tiveram a morte no berço apresentavam falhas no tronco cerebral, a região que controla a respiração, os batimentos cardíacos, a pressão sanguínea e o despertar.
Essas descobertas trazem provas de que a SMSL não é um mistério, mas uma desordem que se pode investigar com métodos científicos e que, em breve, poderemos identificar e tratar. O objetivo é encontrar um teste de diagnóstico para identificar esses defeitos em bebês vivos. Os pesquisadores querem achar um jeito de corrigir os problemas com remédios ainda durante os primeiros seis meses de vida, quando o risco é maior. Deste modo, embora as descobertas feitas sejam importantes, representam apenas uma peça no quebra-cabeça de causas da síndrome.
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