O stress é uma síndrome resultante de um alto nível de estimulação que em
algumas situações apresenta seu lado positivo e gera motivação e,
em outras, o que prevalece é o lado negativo, ou seja, funcionando em excesso, gera o que chamamos de stress crônico, que desgasta o indivíduo e causa a desarmonia e desequilíbrio do organismo diminuindo a qualidade de vida, debilitando-o e baixando sua resistência deixando-o assim mais suscetível a doenças.
O stress pode elevar a pressão sangüínea por um período de longa duração, causando a liberação de altos níveis de plaquetas formadoras de coágulo, resultando em ataques do coração.Portanto é importante que cada paciente procure aprender a lidar com os estímulos, sejam eles bons ou ruins, tentando identificar quais são e como atua as fontes geradoras do stress em sua vida e administrar sua ansiedade para viver com mais qualidade de vida e saúde.
O stress é uma das principais causas da insônia e ao mesmo tempo é a causa mais comum na população adulta de muitos problemas cardiovasculares. A qualidade do sono e uma noite “mal dormida” pode favorecer o aumento do risco cardiovascular, piorando a hipertensão, arteriosclerose, derrames e arritmias cardíacas. A maioria dos acidentes vasculares cerebrais e infartos do miocárdio ocorre entre meia noite e 6 horas da manhã.
Quando a pessoa não dorme direito, acorda com aparência cansada e a constância de noites mal dormidas acelera o processo de envelhecimento da pele, além das alterações constantes de humor. A má qualidade do descanso provoca irritabilidade, redução da capacidade intelectual e produtiva, dificuldade de atenção, concentração e depressão.
O descanso adequado não depende do tempo, mas da qualidade do sono. O tempo médio de sono necessário para adultos é de sete a oito horas, variando de acordo com o metabolismo de cada pessoa. A boa notícia é que a maioria dos distúrbios do sono – de 80% a 90% – têm tratamento, que podem se resumir a hábitos adequados ou necessitar do auxílio de medicamentos.
|