Vários fatores que impedem de dormir
Além da insônia, outras alterações podem ocorrer com a quantidade do seu sono. Algumas pessoas apresentam sonolência diurna excessiva, que pode ser por apnéia do sono (veja esse tema), por privação do sono, por doenças físicas, ou, mais raramente, por um distúrbio conhecido como narcolepsia, que possui tratamento. A narcolepsia parece ter causas familiares hereditárias e auto-imunes, e se manifesta por sonolência de dia praticamente constante e sono imediato em condições monótonas( no cinema, em aulas, frente a TV)
Mas também podem ocorrer problemas com a qualidade do seu sono. Algumas vezes são distúrbios motores que podem retardar ou desorganizar o curso do sono normal, prejudicando o seu desempenho ao longo do dia, mesmo quando passam desapercebidos durante a noite.
Bruxismo, que é um ranger noturno dos dentes, de origem familiar ou relacionado à tensão e ansiedade. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não está relacionado com verminose. Em alguns casos, o barulho pode ser intenso ou até provocar dor na cabeça ou nas articulações responsáveis pela abertura da boca. O uso de mordedor ou protetor dos dentes para dormir ajuda a reduzir o barulho e as dores, mas não acaba com o bruxismo.
A Síndrome das pernas inquietas consiste de sensações desagradáveis na panturrilha e de um impulso a mover as pernas que levam os movimentos descontrolados ou ao ato de esfregar as pernas para aliviar temporariamente o desconforto. Pode ocorrer em até 40% dos idosos normais e pode ter relação genética familiar( veja esse tema).
O Pavor ( ou terror) noturno afeta principalmente crianças em torno dos 3 ou 4 anos de idade, quando estão conhecendo o mundo e tentando compreendê-lo com seu pensamento mágico. Nos raros casos em que afetam adultos, está relacionado a crises pessoais, excesso de álcool ou drogas, distúrbios psiquiátricos graves ou lesões cerebrais.
O último destes distúrbios seria o Sonambulismo( veja esse tema), mais comum no final da infância, mas que pode se estender até a metade da vida. Alguns casos mais graves, que colocam em risco a vida do pacientes, devem ser tratados com medicamentos.
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