Sono e memória 2
Não se conhece, até o momento, qualquer tipo de medicação capaz de
melhorar a memória. As inúmeras medicações existentes no comércio, que
dizem combater a perda de memória ou ativar o metabolismo cerebral, são
placebos, sem qualquer ação objetiva sobre a memória e em geral são
constituídas somente por vitaminas. Sabe-se que quem dorme bem tem uma lembrança melhor do que aprendeu , isso foi constatado com alunos que estudam a noite e os que estudam no curso diurno.
A diminuição da memória que ocorre na 3a. idade, na grande maioria das
vezes é absolutamente benigna, mas freqüentemente, por falta de melhor
informação, angustia o idoso, que tem dificuldade de aceitá-la como um
fato normal. A perfeita compreensão do fato inexorável e a utilização de
uma agenda para as anotações dos fatos recentes, ajudam a conviver
satisfatoriamente com o problema.
O hormônio que controla a fome, a leptina, também pode contribuir para
aumentar a memória. Recentemente foi publicado um estudo que mostra que verduras e frutas também ajudam a combater o envelhecimento cerebral. O hábito de comer saladas diariamente poderia ajudar a retardar o envelhecimento do cérebro, após os 65 anos.
O envelhecimento anual foi 40% menor, nas pessoas que ingeriram maior quantidade de vegetais - três ou quatro porções diárias - se comparados com aquelas que ingeriram menos de uma porção ao dia. Já a ingestão de frutas não
alterou o envelhecimento cerebral.
Segundo os pesquisadores, a razão para este efeito benéfico, poderia
estar no fato de que os vegetais são ricos em vitamina E, que diminuiria
o efeito negativo das gorduras dos alimentos, inclusive melhorando o sono
Queixas de falta de memória são comuns entre mulheres na menopausa.
Agora, uma nova pesquisa, indica que os hormônios, usados para tratar as
comuns ondas de calor e outros sintomas da menopausa, podem também
melhorar a memória e o sono
|